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Citigroup eleva meta de 12 meses do bitcoin para US$ 113.000 com retomada dos ETFs

Citigroup elevou a meta de 12 meses do bitcoin de US$ 82.000 para US$ 113.000

Por 3 min de leitura
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Citigroup eleva meta de 12 meses do bitcoin para US$ 113.000 com retomada dos ETFs
Foto: reprodução

O Citigroup revisou para cima suas projeções de longo prazo para o bitcoin e o ether, segundo reportagem da Reuters publicada nesta quinta-feira. O banco norte-americano elevou a meta de 12 meses do bitcoin de US$ 82.000 para US$ 113.000. Já a previsão para o ether subiu de US$ 2.240 para US$ 3.028. O movimento reflete a retomada dos fluxos de entrada em ETFs e um cenário macroeconômico mais favorável.

Com base nos preços atuais, as novas metas representam valorização de aproximadamente 35% para o bitcoin e 12% para o ether. No momento da publicação, o bitcoin era negociado a US$ 83.824,03 e o ether a US$ 2.696,64. A nota do Citigroup foi divulgada na quarta-feira, conforme a Reuters.

O que sustenta a nova projeção do banco?

O Citigroup espera que produtos de investimento em criptomoedas atraiam US$ 5 bilhões nos próximos 12 meses. A avaliação é de que consultores financeiros e corretoras devem aumentar gradualmente a alocação em bitcoin em carteiras de clientes. Esse fluxo, ainda que lento, é visto como consistente pelo banco.

Os ETFs de bitcoin à vista nos Estados Unidos acumulavam saídas líquidas de US$ 5,8 bilhões no ano até 13 de julho. O quadro se reverteu nos meses seguintes, com entradas líquidas em 2026 alcançando US$ 800 milhões no fim de setembro. Esse retorno de capital aos fundos é um dos pilares da revisão feita pelo Citigroup.

O banco também citou o ambiente regulatório como fator relevante. Apesar de o Senado dos Estados Unidos não ter avançado com o Clarity Act no mês passado, o Citigroup avalia que os anúncios de regras subsequentes da Securities and Exchange Commission (SEC) reduziram o sentimento negativo no mercado.

Como o mercado reagiu à rejeição do Clarity Act?

O mercado de criptomoedas mostrou resiliência após a rejeição do Clarity Act pelo Senado em 15 de setembro. O bitcoin subiu mais de 10% até o fim daquele mês. O desempenho contrastou com o pessimismo inicial gerado pela derrota legislativa.

O Citigroup atribuiu parte dessa recuperação à decisão do Tesouro dos Estados Unidos de recomprar títulos de dívida de longo prazo. A medida reavivou o momentum em todo o mercado cripto. O setor conseguiu, assim, romper um período de meses em que ficou atrás de outros ativos de risco.

A combinação de fluxos para ETFs, anúncios da SEC e a atuação do Tesouro formou o pano de fundo da revisão das metas. O banco projeta que a adoção por consultores e corretoras ocorra de forma gradual, sem movimentos bruscos de alocação.

Perguntas frequentes

Quais são as novas metas do Citigroup para bitcoin e ether?

O Citigroup elevou a previsão de 12 meses do bitcoin de US$ 82.000 para US$ 113.000. Para o ether, a meta subiu de US$ 2.240 para US$ 3.028. As projeções constam de nota divulgada na quarta-feira e reportada pela Reuters nesta quinta.

Quanto o banco espera de entrada em produtos de criptomoedas?

A expectativa é de US$ 5 bilhões em entradas líquidas nos próximos 12 meses. O banco baseia essa projeção no aumento gradual de alocação em bitcoin por consultores financeiros e corretoras.

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